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sábado, 16 de julho de 2011

Cachaça 2 - Avaliando uma Cachaça

AVALIANDO UMA CACHAÇA

A primeira regra é aguçar a visão. Deve-se reparar na cor, na limpidez e na transparência. Se o resultado agradar, continue.
Com a bebida no copo, avalie o buquê. Se sentir a mucosa nasal irritada e os olhos ardendo, recuse. Tome um gole pequeno, deixe o líquido rolar na boca antes de engolir. Se queimar a mucosa da boca e os lábios, a pinga é nova, com menos de seis meses de amadurecimento. Depois de tomar o gole, fique atento a sinais negativos, como gosto de coisa queimada. Cachaça que desce raspando na garganta deve esconder outros pecados. Mas, se o sabor agradar, se delicie. O dia seguinte sempre é revelador. A ressaca é sinal de que a marca consumida deve ser esquecida.

terça-feira, 26 de abril de 2011

CACHAÇA

                             Como esta é minha primeira "Postagem", tenho por obrigação falar sobre a .." marvada", claro a Cachaça,..não, não, vou falar só da Cachaça 51 , temos outras cachaças e até boazinhas....rsrsrs (calma, preciso proteger o patrimonio né ??!!)
    
            História - só um pouquinho....

                             Porém, para os mais radicais, a ?cachaça industrializada? é apenas aguardente de cana. A palavra ?cachaça? é apenas utilizada para a aguardente de cana produzida artesanalmente.
                             A legislação brasileira atual (decreto nº 4.072, de 2002) define aguardente de cana como sendo toda bebida obtida do destilado alcoólico simples de cana-de-açúcar ou pela destilação do mosto fermentado de cana-de-açúcar, com graduação alcoólica variando entre 38% e 54% em volume (v/v), a 20º C. Já a cachaça é definida como uma aguardente de cana de fabricação típica e exclusivamente brasileira, também a partir do mosto fermentado, com graduação alcoólica mais controlada (de 38% a 48% v/v, a 20ºC).
                             A diferença entre a cachaça artesanal e a aguardente de cana também está no processo de produção.

                             A cachaça artesanal é elaborada em alambiques de cobre, tem colheita manual e processo de fermentação artesanal ou caipira, que pode levar de 15 a 30 horas. Já a aguardente de cana é produzida nas grandes indústrias, em alambiques de aço inox, a colheita é feita com máquinas e o processo de fermentação é químico, de apenas seis horas. A fermentação artesanal acontece de forma espontânea, a partir da cana-de-açúcar moída, e a fermentação caipira utiliza agentes catalisadores naturais, como o farelo de trigo, o arroz, a soja ou o milho.